• Quinta-Feira, 03 de Abril de 2025

Câmara de Picos não convocará nenhum suplente de vereador no início da legislatura

A expectativa era de que ao menos dois suplentes iriam assumir, mas, a convocação não se confirmou

Nenhum vereador de Picos se afasta para ceder vaga a suplente / Foto: divulgação

POR JOSÉ MARIA BARROS/INFORMA PICOS

A Câmara Municipal de Picos retoma os trabalhos legislativos no próximo dia 6 de fevereiro e, ao que tudo indica nenhum dos suplentes de vereador será convocado para assumir o mandato em lugar do titular, pelo menos no início da legislatura.

A princípio, a expectativa era de que ao menos dois suplentes de vereador assumiriam o mandato em Picos, mas, ao que parece nenhum dos 17 titulares pretende se afastar no momento.

Primeiro suplente do PSD, Toinho de Chicá/Foto: José Maria Barros.
 

Logo após o resultado das eleições municipais, era dado como certo de que o primeiro suplente de vereador do PSD, Antônio Marcos Gonçalves Nunes, o Toinho de Chicá, assumiria o mandato na Câmara Municipal de Picos em lugar de um dos dois eleitos do partido. No entanto, com a composição completa do secretariado sem a presença de um dos parlamentares, a convocação dele foi descartada, pelo menos por enquanto.

Primeiro suplente da federação, Fabiano Oliveira/Foto: José Maria Barros.
 

O outro cotado para assumir o mandato na Câmara Municipal de Picos era o primeiro suplente da federação, Fabiano Oliveira (PCdoB). Esse chegou a comemorar quando o prefeito Pablo Santos anunciou o nome do vereador Wellington Dantas (PT) para a secretaria municipal do Trabalho e Assistência Social.

Entretanto, às vésperas da posse, o vereador Wellington Dantas (PT) recuou e indicou um assessor para ocupar a secretaria municipal de Assistência Social, permanecendo no mandato na Câmara Municipal de Picos e acabando com o sonho de Fabiano Oliveira de assumir uma cadeira no legislativo.

Edmar, de terno escuro, é o primeiro suplente do MDB/Foto: José Maria Barros.
 

No MDB, também havia a expectativa de que o primeiro suplente Edmar assumisse o mandato. Para tanto, seria necessário que apenas um dos cinco vereadores eleitos pela legenda se afastasse, porém, todos eles decidiram permanecer na cadeira.

De acordo com a lei eleitoral no Brasil, todos os candidatos a vereador continuam como suplentes, mesmo após a derrota. Já a convocação para assumir o mandato segue a ordem cronológica de cada partido ou federação, levando em conta a quantidade de votos conquistados.

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