• Quarta-Feira, 28 de Janeiro de 2026

Morre aos 49 anos em Recife a jornalista Mayra Cunha

Ela era filha do jornalista e professor da Universidade de Brasília, Paulo José Cunha, natural do Piauí

Jornalista Mayra Cuynha morre aos 49 anos / Foto: divulgação

A jornalista e publicitária Mayra Mesquita Araújo da Cunha morreu na quarta-feira (21/1), aos 49 anos. Servidora do Senado, era filha do professor de jornalismo da Universidade de Brasília, Paulo José Cunha e da servidora aposentada do Senado Fátima Mesquita, Ela morreu no Recife após uma pneumonia bacteriana.

Mayra estava de férias em Pernambuco para comemorar o aniversário de uma amiga. Segundo o pai, Paulo Cunha, ela chegou a um hospital da região com suspeita de crise de asma, mas os médicos constataram que o pulmão estava totalmente comprometido, o que exigiu internação imediata. “Logo foi entubada preventivamente para garantir o mínimo de oxigenação”, relata o professor universitário.

Rapidamente, o diagnóstico apontou pneumonia bacteriana, que evoluiu para um quadro grave de forma extremamente rápida, exigindo sedação. “Ela teve algumas melhoras, foi sedada e não saiu mais da sedação, até morrer”, conta o pai, emocionado.

Jornalista Mayra Cuynha morre aos 49 anos/Foto: Divulgação.
 

Dona de uma inteligência fulgurante, formou-se em publicidade e propaganda e, logo em seguida, em jornalismo. Mayra era servidora do Senado há 20 anos. Ingressou inicialmente como terceirizada e, em 2009, passou a integrar o quadro de servidores concursados. Ao longo da trajetória no órgão, participou da produção de documentários e da divulgação de produtos culturais.

Entre os trabalhos de destaque estão produções do projeto Visite 360, do programa de visitação do Senado Federal. Outros trabalhos de destaque são O sonho de Abdias, sobre o ex-senador Abdias Nascimento, e Encontro com Darcy, sobre o educador e também ex-senador Darcy Ribeiro.

No trabalho, era querida por todos que a cercavam. “Ela era assim, multifacetada, multitalentos. Uma personalidade muito vívida. Falante e sempre muito sorridente”, lembra Luciana Rodrigues, diretora de Comunicação do Senado.

O pai fala com carinho da força de vontade de Mayra para fazer tantas coisas ao mesmo tempo. Ela criou um clube do livro, trabalhava arduamente em diversas áreas e, ainda assim, encontrava tempo e espaço para a família. Recentemente, havia adquirido um apartamento e estava ansiosa pelas reformas que pretendia realizar.

Fonte: Correio Braziliense
 

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