Vereador Eriberto Barros fala sobre interdição ética no Hospital Justino Luz
O parlamentar, que é médico, demonstrou preocupação com à medida que prejudica a população
Vereador Eriberto Barros comenta interdição ética no Hospital Justino Luz / Foto: divulgação
POR JOSÉ MARIA BARROS/INFORMA PICOS
O vereador Eriberto Barros (PSD usou a tribuna da Câmara Municipal de Picos na última quinta-feira, 5 de março, para falar sobre a interdição ética parcial das atividades de enfermagem de três setores do Hospital Regional Justino Luz.
O parlamentar, que é médico, demonstrou preocupação com a medida adotada pelo Conselho Regional de Enfermagem do Piauí (Coren-PI) e, cobrou das autoridades estaduais uma solução imediata para os problemas que ocasionaram a interdição.
Segundo o vereador Eriberto Barros, a interdição ética atingiu o SAMVVIS, que é um setor importante, além da Sala de Vacina, Centro de Diagnóstico por Imagem e o Ambulatório do Hospital Regional Justino Luz, em Picos.
“A interdição ética é a última ação adotada por um conselho para defender o atendimento à população. Então, quero deixar aqui a minha preocupação e o desejo para que a gestão do hospital possa responder e sanar o quanto antes essas demandas do Regional Justino Luz, afim de que esses serviços possam funcionar, pois, a atividade de enfermagem é essencial” – cobrou o vereador Eriberto Barros.
Interdição
A medida foi deliberada pelo Plenário da Autarquia após fiscalização in loco, análise processual, notificações formais e concessão de prazos para regularização, que não foram cumpridos.
Segundo o Coren, dentre as irregularidades constatadas estão ausência de enfermeiro em setores com execução de atividades de Enfermagem, subdimensionamento da equipe, com sobrecarga de trabalho para Técnicos de Enfermagem e Enfermeiros, Sobreposição de escalas e exercício de atividades incompatíveis com as atribuições legais da categoria.
“A interdição possui caráter ético e preventivo, com fundamento na Lei nº 7.498/1986 e na Resolução Cofen nº 565/2017, e permanecerá até que haja a regularização integral das inconformidades”- explica o representante do Coren-PI
“O Coren-PI reforça que a medida visa proteger a atuação da Enfermagem e garantir a segurança da assistência prestada à população, assegurando a continuidade do cuidado aos pacientes já assistidos” – conclui a autarquia.



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